Visível aos olhos, impossível ao coração
Eu vejo minha amiga e sua bicicleta.
Não sei quem é mais atleta
Se ela ou seu coração...
Tira suspiros do vento,
Abre caminhos pra quem canta não;
Tem como tormento
O choro não contido,
Antes houvesse nascido
Com uma nova canção.
Eu vejo minha amiga na chuva e nas rosas,
No miolo fofo do girassol,
Derramando versos em prosa,
Cantando suave em si bemol;
Amiga minha,
De esperança torta,
Que sem medo caminha,
É pau para toda obra,
E cativa o poeta amigo,
Sempre encantado e agradecido
E presto a qualquer hora.
Djalma Gonçalves,
Primavera de 2006.
“O essencial é invisível aos olhos”
Não sei quem é mais atleta
Se ela ou seu coração...
Tira suspiros do vento,
Abre caminhos pra quem canta não;
Tem como tormento
O choro não contido,
Antes houvesse nascido
Com uma nova canção.
Eu vejo minha amiga na chuva e nas rosas,
No miolo fofo do girassol,
Derramando versos em prosa,
Cantando suave em si bemol;
Amiga minha,
De esperança torta,
Que sem medo caminha,
É pau para toda obra,
E cativa o poeta amigo,
Sempre encantado e agradecido
E presto a qualquer hora.
Djalma Gonçalves,
Primavera de 2006.
“O essencial é invisível aos olhos”
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